sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Conheça mais: GIANT




Giant é uma banda de hard rock melódica formada em 1987 nos EUA. Eles encaixam dentro de uma categoria mais amadurecida do estilo, (AOR). A banda consiste nos seus membros fundadores Dann Huff (vocal e guitarra), Alan Pasqua (teclados), David Huff (bateria) e Mike Brignardello (baixo).

Os irmãos Huff eram membros fundadores de outra banda Cristã: White Heart.

A GIANT emplacou seu maior hit em 1990 com a poderosa balada "I'll see you in my dreams", escrita por Alan Pasqua e Mark Spiro.

O Giant se desfez no começo dos anos 90 após gravarem dois álbuns, porém ressurgiram em 2001 com o álbum III, desta vez sem a presença de Alan Pasqua.

Em dezembro de 2009 foi anunciado pela Frontiers Records o lançamento de mais um álbum da banda entitulado "Promise Land", com Terry Brock (Strangeways, Seventh Key) nos vocais e John Root (Winger) nas guitarras. Apesar de fazer participações nas gravações, Dann Huff não participa do retorno, devido à compromissos profissionais.

Giant tem um estilo inconfundível, tendo a presença de baladas marcantes e Riffs swingados, diferente de muitas bandas do gênero.

Seu fundador Dann Huff é dono de uma voz marcante e equilibrada, tendo como principal arma o bom gosto para timbres de guitarra. Sua técnica aliada ao seu bom gosto o torna um dos grandes guitarristas deste gênero.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O canto gregoriano e o "sucessionismo" como brincadeira de mau gosto...





O canto gregoriano é um gênero de música vocal monofônica, monódica (só uma melodia), não acompanhada, ou acompanhada apenas pela repetição da voz principal com o organum, com o ritmo livre e não medido, utilizada pelo ritual da liturgia católica romana, a idéia central do cantochão ocidental.

As características foram herdadas dos salmos judaicos, assim como dos modos (ou escalas, mais modernamente) gregos, que no século VI foram selecionados e adaptados por Gregório Magno para serem utilizados nas celebrações religiosas da Igreja Católica.

Somente este tipo de prática musical podia ser utilizada na liturgia ou outros ofícios católicos. Só nos finais da Idade Média é que a polifonia (harmonia obtida com mais de uma linha melódica em contraponto) começa a ser introduzida nos ofícios da cristandade de então, e a coexistir com a prática do canto gregoriano.

O engraçado é que toda essa história do "sucessionismo batista" surgiu de uma richa de popularidade entre as comunidades Batista e Metodista entre o século XVIII e XIX, se não me engano...e a música se tornava a protagonista principal.

Em meados do final século XVIII início do XIX os Batistas estavam estagnados e não havia uma crescente da comunidade, ao contrário dos Metodistas, que alcançavam popularidade no continente norte-americano com suas músicas mais contemporâneas e polifônicas, dando ar mais contextualizado e congregacional aos cânticos. Os batistas ainda adotavam aquele estilo gregoriano...o famoso "cantochão" utilizado pela maioria das igrejas históricas.

A grande popularidade dos Metodistas aguçaram nos Batistas uma pontinha de inveja e como argumento de importância, surgiu o sucessionismo como argumento de relevância, para mostrar aos Metodistas seu devido lugar...

Para quem não sabe, o sucessionismo batista baseia-se na colocação de que a origem dos Batistas derivam da linhagem de João Batista, contemporâneo dos áureos tempos de Cristo, dando um caráter de "importância" maior à denominação em questão. Os Metodistas surgiram com Wesley no final do século XVIII na Inglaterra, alcançando maior relevância nos EUA.

Este mito se espalhou de forma grandiosa e até hoje alguns acreditam nesta história de linhagem referente a João Batista. O fato é que os Batistas verdadeiramente surgiram anteriormente aos Metodistas, mas não da forma que o sucessionismo prega. Historiadores confirmam que os Batistas surgiram no começo do Século XVII na Inglaterra através de uma insatisfação e desconformidade teológica com os preceitos anglicanos.

Na verdade, esta história não teve relevância para a relação das duas denominações com o passar dos anos, aliás, muitos sequer sabem deste fato. O fato mesmo, é que tudo não passou de uma brincadeirinha de mau gosto...

Diogo Barbosa.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Reaprendendo o serviço...

Fala moçada! O tempo é curto e os afazeres não param...porém não há maior prazer do que servir ao Senhor. Não é a toa que o Mestre diz: "Mais bem aventurada coisa é dar do que receber" (At. 20:35). Te digo algo de coração: Quanto mais trabalho na obra mais sou abençoado...experimente vc também!!

Nós fomos salvos para as boas obras (Ef 2:10) e não pelas boas obras (Ef. 2:8-9). Portanto, a graça de Deus não só te basta como te motiva a se parecer com Cristo. Este é o nosso alvo como discípulos. De fato a preguiça abre precedentes para o pecado em nossas vidas. A preguiça foi a causa do pecado de Davi, no momento em que deixou suas responsabilidades e foi dar uma voltinha no terraço de seu palácio...(2 Sm 11:2)

Lembre-se: Tudo que for fazer no reino de Deus, faça com excelência! Porque Dele e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém! (Rm 11:36)

Graça e paz vos sejam multiplicada!

Diogo Barbosa

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

No lugar secreto




Mt 6:6 - "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente"


Sabe não é fácil viver hoje em dia um evangelho pleno. Digo isso pq vivemos em um ritmo frenético: trabalho, obrigações, estudos, família....isso gera consequentemente e naturalmente problemas no trabalho, família, estudos...e isso inclui também a igreja. Não é fácil de maneira alguma lidar com isso tudo. Não estou aqui pra dizer que é fácil, não vou mentir pra vcs. Ser crente é difícil nos dias de hoje. Até mesmo por isso que acredito que hoje, realmente é privilégio ser cristão e servir à sua comunidade. Antes os levitas eram incumbidos de tal tarefa de forma integral, não tendo que se preocupar com as demais coisas....Hoje somos chamados pra fazer algo tão ou mais excelente do que fizeram os descendentes da tribo de Levi. É um grande privilégio, porém a responsabilidade e o comprometimento também se torna maior.

Sabe, sou fonoaudiólogo e passo meus dias dentro de um consultório...ou pelo menos grande parte do dia...as vezes, no meio da correria, me pego pensando em vários lugares em q queria estar, pessoas com quem queria estar compartilhando coisas, conversas....etc, e isso as veses me entristece.

Certa noite, após o trabalho, peguei meu violão e fui tocar sozinho, como há muito não fazia. Realmente entendia que o q me oprimia não era a vida cotidiana, as obrigações, as saudades, os problemas...O que me oprimia era a distância de Deus que eu me havia imposto por alguns dias...

Realmente esta noite foi um bálsamo para mim. Eu sozinho em casa com um violão diante do Rei dos Reis. Foi um encontro bem legal...é bom saber que vc tem um Pai sempre presente. Nesses dias de provações e trabalhos que não acabam nunca...esses encontros com Papai tem sido algo marcante pra mim.

O que quero dizer é : não se apegue a liturgia dos cultos...não viva sua vida pra Deus somente nos domingos...é algo tão óbvio isso, mas acredite, nós sempre caímos na mesmice. Eu acostumado a liderar louvores na minha igreja, até me esqueço que no silêncio do meu quarto posso desfrutar de momentos inesquecíveis com Deus.

Faça da sua vida um gesto de adoração!! Caminhe com Deus!!!Foi para isso que fomos criados...afim de parecermos com Cristo!

Diogo Barbosa

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"Tristemunho: barberagens de um luthier"





Esse é um relato, pra galera que não sabe muito de instalações, fiações e outras canseiras, ficarem espertos...

Eu tenho uma strato e ela estava com um conjunto de pickups da Kent Armstrong já há um bom tempo. Era muito legal, porém o som estava limitado e sentia que precisava de um upgrade neles. Pelo fato dela estar na configuração S-S-H, senti muita diferença na saída do single do braço pro humbucking da ponte. Comecei com o fast track da Dimarzio no braço e curti muito...captador macio com mais saída pra rock, funk...bem eclético.

Passou algum tempo e fui trocar o humb da ponte. Pensei em algo mais vintage com saída média e bastante sustain...coloquei um Alnico 2 Pro da Seymour Duncan. LEgal! O timbre do captador em si era divino, porém nas junções, os caps perdiam muita saída... não entendia o pq. Sentia que algo não estava legal. Na junção meio/ponte o som perdia corpo e brilho. A solução lógica para mim era trocar o pickup do meio. Que mal tem? Já iria trocá-lo mesmo...

Coloquei o litle 59 da Seymour no meio...um single com som de humb (ou próximo de um humb), pensei comigo: vai ficar uma pancada, vai juntar com o Alnico 2 Pró da ponte e o Fast track do braço, vou ter muitas possibilidades!!! E o som vai encorpar de forma linda!

Ficou uma porcaria!!! Perdeu mais definição e ficou pior ainda!!!! Som bem magro nas junções do braço/meio e ponte/meio!!! Perdia muito som!!! Me desesperei. Logo eu que adoro mesclar os pickups!! Via meus conceitos caírem sobre a minha cabeça. Sempre imaginei esse som e pra mim essa configuração simplesmente seria o "Santo Graal" dos timbres...

Não podia acreditar em tal constatação...levei a guitarra pro luthier que havia instalado os pickups pra rever parte elétrica e instalação.... e nada. Levei mais uma vez depois de mais uma semana tocando. Ele disse estar tudo ok, que era assim mesmo... Simplesmente não podia acreditar.

Parecia brincadeira...tinha trocado meus caps "fraquinhos" por uns de ponta e a coisa fica pior ainda!!!Tinha alguma coisa errada. E tinha mesmo. Meus ouvidos não estavam errados. Levei a guitarra para uma segunda opinião. Um luthier já de outros tempos que havia me esquecido e descobri a "barberagem".

O "abençoado" luthier que eu levei pra instalar os caps, havia instalado de forma errada....pelo que eu entendi, a Seymour tem uma sequência diferente de solda na fiação do que a Dimarzio. O primeiro luthier havia instalado todos na mesma sequência "padrão". E o pior que eu levei no cara umas duas vezes pra ele olhar e ele disse que era assim mesmo.....


Procure sempre se informar, hoje existem vários tutoriais de luthieria, como regular seu instrumento, troca de fiação, captadores e parte elétrica. Sempre é bom checar o máximo de informações antes de mandar seu instrumento a um profissional.

Procure referências de determinado profissional ou luthier. Sempre olhe pelo lado da experiência. O primeiro luthier trabalhava em um bom local (na maior loja de instrumentos da cidade). Acredite, isso não é nada. Imagem não é tudo. O outro luthier já tinha mais bagagem e experiência, tinha mais idade e já estava há um bom tempo no mercado.

Um profissional experiente vai fazer as coisas com mais cautela e observar detalhes que as vezes o iniciante ou o recente vai deixar passar desapercebido. Alguém me disse certa vez: "A experiência é um carro com os faróis voltados para trás".

Fica o alerta: Se sentir que algo está dando errado com a sua guitarra, sempre confie no seu ouvido e faça como eu, busque uma segunda opinião.

Diogo Barbosa.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Começa com vc! SWU Festival




Bom, antecipadamente deixo aqui minhas humildes desculpas...não tenho postado recentemente por aqui há um bom tempo...isso se deve à finalização de minha pós-graduação, mais especificamente minha monografia (q agora está devidamente finalizada e enviada para SP...). Pelo menos é algo a menos que tenho pra fazer...

Mas vamos ao tema: SWU Festival.

SWU são as iniciais de "Start's with you", traduzindo: "Começa com você".


Este festival foi o grande marco de celebração do movimento. Foi uma experiência memorável que combinou música e arte nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, localizada no município de Itu, a cerca de 70 km de São Paulo. O evento ocupou um espaço de arena de 200 mil metros quadrados e foi preparado para receber milhares de pessoas ao longo dos seus 3 dias de duração. Trouxe vários artistas do mainstream mundial como Rage Against the machine, Dave MAthews Band, Queens of the Stone Age, Linkin Park, Joss Stone, Kings of Leon e mais outras centenas de bandas. Legal saber que depois do Rock'n Rio (que está mais para POP'n Rio doq qualquer outra coisa, além de estar sendo realizado em vários outros lugares do que no Brasil!!), este é um grande evento da música realizado desde 2001 em terras tupiniquins.


E não é só de boa música que foi feito o SWU. O movimento trouxe também para os seus participantes, ao longo dos três dias de duração do evento, o Fórum Sustentável, palco onde especialistas, pensadores, políticos, empresários e representantes de entidades não governamentais que discutiram com o público alguns dos principais temas da sustentabilidade no século 21.

Vale ressaltar que foram cobrados taxa de 100,00 de estacionamento para desestimular o uso de carros pelos frequentadores do evento. A água do banho foi reaproveitada e reutilizada pelos usuários dos banheiros. Foram instaladas bicicletas munidas de um sistema para recarregamento de baterias de celular.

Foram recolhidos também toneladas e toneladas de latinhas e outros materiais recicláveis afim de reverter o lucro adquirido com a reciclagem para ONGs que dão suporte ao meio ambiente.

É preciso abrir a mente para a sustentabilidade de nossos atos como cidadãos do mundo. Estamos aqui de passagem, porém isso não é desculpa para acabármos com um legado que deixaremos para os nosso filhos e netos....

Música é consciência e como tal ela deve sempre informar...gerar, agregar e não destruir.

Diogo Barbosa e Silva

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

RIP! A remix manifesto

As influências estão presentes em tudo que fazemos...seja música ou arte de qualquer forma. Nenhum homem é uma ilha...E uma vez, certo sábio disse:
"Nada é novo debaixo do sol, nasce o sol e o sol se põe, e apressa-se e volta-se para o lugar de onde nasceu..."

Sendo assim, como enfrentar uma política de direitos autorais sobre coisas que se tornam influência e inevitavelmente entram em um ciclo criativo?

Este é um importante documentário sobre a tendência de mercado da indústria fonográfica e outros meios de comercialização de artes e cultura dentro de uma visão atual.

O documentário, dirigido por Brett Gaylor, ataca de forma retórica o controle que grandes empresas exercem sobre a cultura (musical, cinematográfica, etc).
1) A cultura sempre se constrói baseada no passado;
2) O passado sempre tenta controlar o futuro;
3) O futuro está se tornando menos livre;
4) Para construir sociedades livres é preciso limitar o controle sobre o passado.

Bom filme e tire suas próprias conclusões...comentem!!!



















Diogo Barbosa.