quarta-feira, 18 de maio de 2011

Guitar Trio: Projeto interessante...





Fala moçada, já começo pedindo mil desculpas!!! O tempo tem sido corrido...e também aproveitei pra tirar 1 semana de férias (tanto do trabalho qto da internet!), por isso tive q correr no trabalho...acabou não sobrando tempo pra escrever.

Desculpas aceitas (acredito eu..rs), queria relatar uma experiência bem legal que participei há alguns dias: O Guitar Trio. Basicamente seria uma apresentação com 3 guitarras e banda no palco. O projeto se deu na necessidade de fazer algo voltado para os músicos cristãos e seculares, mostrando as coisas boas das músicas cristãs.

Fizeram parte do projeto eu, Orion Barbosa e Eduardo Kruell nas guitarras, Jefferson no baixo, Wallace Xavier no teclado, Marcelo e William Andrade na bateria.

Um dos pontos altos foram os ensaios com certeza, divertidos, rolou muita coisa boa e as risadas foram geral!

Buscamos tocar músicas de vários estilos pra diversificar as dinâmicas dentro da banda. Rolou rock principalmente e suas vertentes: funk, neoclássico, blues, etc... O esquema era estilo G3 mesmo...Tocávamos a música e na hora do solo cada um improvisava em cima das bases...foi muito legal e o aprendizado fica com certeza.

Acho q o saldo foi positivo, a galera curtiu e o recado foi dado: o que quer q faça, faça com excelência...principalmente para D-us.

Shalom,

Diogo Barbosa e Silva.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Conheça mais seus efeitos: Wha wha




Quem nunca ficou extasiado pelo som de um wha wha? Veja mais sobre este pedal que revolucionou o mundo no documentário: "Cry Baby: The pedal that rocks the world". Descubra como surgiu este maravilhoso efeito através dos relatos de seu inventor, o engenheiro Brad Plunkett juntamente com o guitarrista Del Casher no início dos anos 60.


Guitar heroes como: Eddie Van Halen, Slash, Kirk Hammet, Del Casher, Zakk Wylde, Steve Lukater, entre outros, contam suas influências e grande paixão por este pedal.

O vídeo não tem legenda, mas para quem tem o inglês básico, vale a pena dar uma conferida:




Cry Baby: The Pedal That Rocks The World from Joey Tosi on Vimeo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Noite de rock e virtuose na capital goiana...





Dia 17 de março, quinta-feira, tive o deleite de presenciar uma apresentação de bom gosto e musicalidade, aliada a técnica refinada de um excelente expoente do rock americano, aqui mesmo em Goiânia, no Bolshoi Pub.

Richie Kotzen, ex Poison e Mr. Big, durante esta ultima semana, se apresentou em várias cidades, nesta tour pela América do Sul. Já é o terceiro ano consecutivo que o americano se apresenta em terras tupiniquins, ampliando cada vez mais as cidades por onde passa, demonstrando a boa receptividade do público brasileiro para com este gênero que anda tão menosprezado nos dias de hoje.

Richie Kotzen nasceu na Pensilvânia e começou sua carreira como guitarrista instrumental na lendária Srapnel Records juntamente com nomes como Paul Gilbert, Jason Becker entre outros. Se tornou mundialmente popular ao entrar para a Banda de Hard Rock Glam: "Poison", substituindo CC Deville nas guitarras. Depois substituiu Paul Gilbert como guitarrista do Mr. Big em meados de 2000, permanecendo até 2004, finalizando seu ultimo trabalho com o grupo com o DVD Farewell Tour no Japão. Entre as duas bandas, integrou vários projetos instrumentais com artistas renomados como o guitarrista Greg Howe (Tilt) e o baixista Stanley Clarke (Banda Vertu). Também esteve à frente do projeto "The Mothers Heads Family Reunion" junto com o baterista Atma Anur (Tribal Tech), em um belo trabalho de Funk-Rock.

Sem muitas delongas, Kotzen começou incendiando a casa com a aclamada "Best of times" do álbum Peace Sign...técnica e swing se misturam a solos enfurecidos de guitarra, não perdendo o timing com a parte cantada. Detalhe importante: Richie tocou durante todo o show sem palhetas, demonstrando total controle de técnicas como o chickin picking, sweeps e arpeggios sem perder a "patada" inconfundível e o swing que já é marca registrada do guitarrista. Percebi pasmo que ao tocar sem palheta, ele tornou mais agressivo o seu ataque às cordas, dando mais dinâmica e punch, anasalando mais o timbre de sua telecaster. Desde o ano passado, Kotzen vêm demonstrando essa nova característica no seu modo de tocar, agregando uma nova personalidade em suas performances, atestando que, apesar de ter uma carreira consolidada, ele se mostra um artista versátil, mostrando que nunca é tarde para mudanças e inovações.

A banda de apoio foi um show a parte. Daniel Pearson no baixo (J.Lo, Jessica Simpson, Coolio), segurou a "cama" de forma magistral, dobrando riffs e batendo firme com o baterista Mike Bennett (grande revelação de L.A), bem seguro e virtuoso sem perder a pegada e o groove, demonstraram a importância de se ter uma boa "cozinha".

Destaque para baladas como "High", "Doing what the devil says to do", "Faith" e hits pesados como "Love Divine", "So cold" e "Peace Sign" deixaram a galera insandecida...os apreciadores do cantor ficaram de cabelo em pé com sua performance vocal...Na verdade Kotzen brincou de cantar e mostrou uma bela interpretação de todas as suas músicas.

O ponto alto da noite foram as jams sessions promovidas pela banda a cada música, demonstrando a versatilidade e todo o potencial do grupo, com um poder de entrosamento de fazer inveja a muitas bandas com anos de estrada. A apresentação durou cerca de 1 h e 30 min., pouco tempo na minha opinião, deixando vários sucessos de fora do setlist. Confesso que o carisma de Kotzen não estava dos melhores, mas pela performance e show musical, no final da noite, o balanço foi positivo.

Saí de lá com a "alma lavada", sabendo que em meio a tantos sub-produtos da indústria fonográfica, ainda existem obras-primas à disposição de quem tem perseverança e bom gosto para apreciar o bom e velho rockn'roll nas suas variações e formas mais belas.

Diogo Barbosa

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Conheça mais: GIANT




Giant é uma banda de hard rock melódica formada em 1987 nos EUA. Eles encaixam dentro de uma categoria mais amadurecida do estilo, (AOR). A banda consiste nos seus membros fundadores Dann Huff (vocal e guitarra), Alan Pasqua (teclados), David Huff (bateria) e Mike Brignardello (baixo).

Os irmãos Huff eram membros fundadores de outra banda Cristã: White Heart.

A GIANT emplacou seu maior hit em 1990 com a poderosa balada "I'll see you in my dreams", escrita por Alan Pasqua e Mark Spiro.

O Giant se desfez no começo dos anos 90 após gravarem dois álbuns, porém ressurgiram em 2001 com o álbum III, desta vez sem a presença de Alan Pasqua.

Em dezembro de 2009 foi anunciado pela Frontiers Records o lançamento de mais um álbum da banda entitulado "Promise Land", com Terry Brock (Strangeways, Seventh Key) nos vocais e John Root (Winger) nas guitarras. Apesar de fazer participações nas gravações, Dann Huff não participa do retorno, devido à compromissos profissionais.

Giant tem um estilo inconfundível, tendo a presença de baladas marcantes e Riffs swingados, diferente de muitas bandas do gênero.

Seu fundador Dann Huff é dono de uma voz marcante e equilibrada, tendo como principal arma o bom gosto para timbres de guitarra. Sua técnica aliada ao seu bom gosto o torna um dos grandes guitarristas deste gênero.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O canto gregoriano e o "sucessionismo" como brincadeira de mau gosto...





O canto gregoriano é um gênero de música vocal monofônica, monódica (só uma melodia), não acompanhada, ou acompanhada apenas pela repetição da voz principal com o organum, com o ritmo livre e não medido, utilizada pelo ritual da liturgia católica romana, a idéia central do cantochão ocidental.

As características foram herdadas dos salmos judaicos, assim como dos modos (ou escalas, mais modernamente) gregos, que no século VI foram selecionados e adaptados por Gregório Magno para serem utilizados nas celebrações religiosas da Igreja Católica.

Somente este tipo de prática musical podia ser utilizada na liturgia ou outros ofícios católicos. Só nos finais da Idade Média é que a polifonia (harmonia obtida com mais de uma linha melódica em contraponto) começa a ser introduzida nos ofícios da cristandade de então, e a coexistir com a prática do canto gregoriano.

O engraçado é que toda essa história do "sucessionismo batista" surgiu de uma richa de popularidade entre as comunidades Batista e Metodista entre o século XVIII e XIX, se não me engano...e a música se tornava a protagonista principal.

Em meados do final século XVIII início do XIX os Batistas estavam estagnados e não havia uma crescente da comunidade, ao contrário dos Metodistas, que alcançavam popularidade no continente norte-americano com suas músicas mais contemporâneas e polifônicas, dando ar mais contextualizado e congregacional aos cânticos. Os batistas ainda adotavam aquele estilo gregoriano...o famoso "cantochão" utilizado pela maioria das igrejas históricas.

A grande popularidade dos Metodistas aguçaram nos Batistas uma pontinha de inveja e como argumento de importância, surgiu o sucessionismo como argumento de relevância, para mostrar aos Metodistas seu devido lugar...

Para quem não sabe, o sucessionismo batista baseia-se na colocação de que a origem dos Batistas derivam da linhagem de João Batista, contemporâneo dos áureos tempos de Cristo, dando um caráter de "importância" maior à denominação em questão. Os Metodistas surgiram com Wesley no final do século XVIII na Inglaterra, alcançando maior relevância nos EUA.

Este mito se espalhou de forma grandiosa e até hoje alguns acreditam nesta história de linhagem referente a João Batista. O fato é que os Batistas verdadeiramente surgiram anteriormente aos Metodistas, mas não da forma que o sucessionismo prega. Historiadores confirmam que os Batistas surgiram no começo do Século XVII na Inglaterra através de uma insatisfação e desconformidade teológica com os preceitos anglicanos.

Na verdade, esta história não teve relevância para a relação das duas denominações com o passar dos anos, aliás, muitos sequer sabem deste fato. O fato mesmo, é que tudo não passou de uma brincadeirinha de mau gosto...

Diogo Barbosa.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Reaprendendo o serviço...

Fala moçada! O tempo é curto e os afazeres não param...porém não há maior prazer do que servir ao Senhor. Não é a toa que o Mestre diz: "Mais bem aventurada coisa é dar do que receber" (At. 20:35). Te digo algo de coração: Quanto mais trabalho na obra mais sou abençoado...experimente vc também!!

Nós fomos salvos para as boas obras (Ef 2:10) e não pelas boas obras (Ef. 2:8-9). Portanto, a graça de Deus não só te basta como te motiva a se parecer com Cristo. Este é o nosso alvo como discípulos. De fato a preguiça abre precedentes para o pecado em nossas vidas. A preguiça foi a causa do pecado de Davi, no momento em que deixou suas responsabilidades e foi dar uma voltinha no terraço de seu palácio...(2 Sm 11:2)

Lembre-se: Tudo que for fazer no reino de Deus, faça com excelência! Porque Dele e por Ele, e para Ele, são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém! (Rm 11:36)

Graça e paz vos sejam multiplicada!

Diogo Barbosa

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

No lugar secreto




Mt 6:6 - "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente"


Sabe não é fácil viver hoje em dia um evangelho pleno. Digo isso pq vivemos em um ritmo frenético: trabalho, obrigações, estudos, família....isso gera consequentemente e naturalmente problemas no trabalho, família, estudos...e isso inclui também a igreja. Não é fácil de maneira alguma lidar com isso tudo. Não estou aqui pra dizer que é fácil, não vou mentir pra vcs. Ser crente é difícil nos dias de hoje. Até mesmo por isso que acredito que hoje, realmente é privilégio ser cristão e servir à sua comunidade. Antes os levitas eram incumbidos de tal tarefa de forma integral, não tendo que se preocupar com as demais coisas....Hoje somos chamados pra fazer algo tão ou mais excelente do que fizeram os descendentes da tribo de Levi. É um grande privilégio, porém a responsabilidade e o comprometimento também se torna maior.

Sabe, sou fonoaudiólogo e passo meus dias dentro de um consultório...ou pelo menos grande parte do dia...as vezes, no meio da correria, me pego pensando em vários lugares em q queria estar, pessoas com quem queria estar compartilhando coisas, conversas....etc, e isso as veses me entristece.

Certa noite, após o trabalho, peguei meu violão e fui tocar sozinho, como há muito não fazia. Realmente entendia que o q me oprimia não era a vida cotidiana, as obrigações, as saudades, os problemas...O que me oprimia era a distância de Deus que eu me havia imposto por alguns dias...

Realmente esta noite foi um bálsamo para mim. Eu sozinho em casa com um violão diante do Rei dos Reis. Foi um encontro bem legal...é bom saber que vc tem um Pai sempre presente. Nesses dias de provações e trabalhos que não acabam nunca...esses encontros com Papai tem sido algo marcante pra mim.

O que quero dizer é : não se apegue a liturgia dos cultos...não viva sua vida pra Deus somente nos domingos...é algo tão óbvio isso, mas acredite, nós sempre caímos na mesmice. Eu acostumado a liderar louvores na minha igreja, até me esqueço que no silêncio do meu quarto posso desfrutar de momentos inesquecíveis com Deus.

Faça da sua vida um gesto de adoração!! Caminhe com Deus!!!Foi para isso que fomos criados...afim de parecermos com Cristo!

Diogo Barbosa