segunda-feira, 17 de outubro de 2011

[Primeiras Obras] 1º Teaser do Projeto "4 songs 4 you"

Esse é o primeiro vídeo do Projeto "4 songs 4 you", do qual o nome já diz serão de 4 músicas q estamos gravando e em breve disponibilizaremos em nossa BandPage do Facebook pra vcs baixarem inteiramente grátis e ouvirem quantas vezes quiserem. O intuito deste projeto é de simplesmente presentear a galera q gosta do nosso som e se identifica com a banda.



Em breve teremos mais vídeos e o making off deste projeto que foi bem divertido de fazer.

Abraço,
Diogo Barbosa e Silva

TWITTER: twitter.com/primeirasobras
E-MAIL: primeirasobras@gmail.com
Canal no youtube: www.youtube.com/user/bandaprimeirasobras
BandPage Facebook: www.facebook.com/pages/Primeiras-Obras/146107858806137?sk=info

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Gravações: É necessário abandonar...




Salve salve pessoal, muitos projetos e planos...O tempo tem sido bem curto, por isso a minha ausência por aqui...

Enfim, tudo isso se deve a um projeto da Banda Primeiras Obras, banda qual eu participo. Isto é algo que nos enveredamos a fazer em meados de agosto e está em fase de finalização.

Este projeto, entitulado "4 songs 4 you", foi realizado com o intuito de presentear as pessoas que curtem a nossa banda, o nosso som, se identificam com as letras e vão às nossas apresentações, com 4 músicas próprias da banda Primeiras Obras, que vão desde o Rock mais pesado até baladas mais cadenciadas, características do estilo.

O interessante é q todo o processo já deveria ter terminado, mas devido à minha insistência e ânsia por detalhes técnicos, ainda não finalizamos este trabalho que está em fase de mixagem, previsto para terminar daqui no máximo à duas semanas.

Os mais próximos a mim, me dizem q sou muito perfeccionista e q deveria tentar até me enveredar pelos caminhos da produção musical, mas não me considero tão perfeccionista assim, apenas fico atento aos detalhes...bem, de fato me considero muito meticuloso, passando dos limites, às vezes.

Mas o q queria dizer é q neste ramo é necessário ser assim. Não há espaço no mercado fonográfico para desatentos. Em um processo de produção musical, gravação e pós-produção é necessário testar várias formas de arranjo, captação, regulagens, etc...e isto demanda paciência e tempo. Pensando nisto me lembro das palavras do cantor Roberto Carlos em entrevista, no qual ele dizia que ele nunca finaliza um álbum e sim abandona, pois se dependesse dele, sempre haveria algo para retomar, editar, melhorar...

Enfim, vou abandonar o Projeto "4 songs 4 you" daqui alguns dias e espero q vcs gostem, pois foi feito com muito carinho pra todos vocês.

Deixo aqui alguns contatos da Banda pra vcs:

Twitter: twitter.com/primeirasobras
E-MAIL: primeirasobras@gmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Primeiras-Obras/146107858806137

Shallom,
Diogo Barbosa e Silva

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Música retarda efeitos do envelhecimento da audição




Músicos apresentam menos problemas de audição causados pela velhice quando comparados a outras pessoas, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (13) na versão online da revista científica "Psychology and Aging" (Psicologia e Envelhecimento, em inglês). A pesquisa foi feita pelo instituto de pesquisa Baycrest's Rotman, em Toronto, no Canadá.

O trabalho foi feito com 74 músicos e 89 pessoas comuns, com idades variando entre 18 e 91 anos. A definição de músico usada pelos cientistas foi a de alguém sob treinamento diário desde os 16 anos de idade e que teve pelo menos seis anos de aulas de música. Os leigos que participaram no estudo não tocavam nenhum instrumento.

Os participantes de ambos os grupos passaram por testes para detectar quando sons surgiam do nada ou momentos de silêncios eram interrompidos por algum ruído contínuo. Ambos os grupos usaram fones de ouvido e mantidos em salas com isolamento acústico.

Com a idade, o ser humano passa a ter dificuldade em compreender o que as pessoas falam, principalmente quando há barulho no ambiente. Na pesquisa, os músicos de 70 anos conseguiam manter a capacidade de diferenciar sons no ambiente com a mesma habilidade de uma pessoa de 50 anos que não pratica nenhum instrumento.

A equipe responsável pelo estudo acredita que o exercício de apreciação de sons - uma prática constante pra músico - faz o cérebro dos profissionais ficar menos vulnerável à idade. Para os especialistas, treinar o sistema de audição do corpo previne contra a perda de audição com o tempo.

Fonte: G1

Shalom,

Diogo Barbosa.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Superando obstáculos

Na vida encontramos várias adversidades, superá-las é algo indispensável, sem superação não crescemos, não nos desenvolvemos e assim ficamos estagnados, limitados.


Deixo com vcs um vídeo de Vittor Belfort, lutador e campeão do UFC, testemunhando a história da maior de todas as suas vitórias: O seu encontro com Cristo.

No vídeo ele fala algo importante, não importa se vencemos ou perdemos, sempre há algo que precisa ser superado. O importante é reconhecermos que sempre teremos algo a superar, no âmbito, pessoal, profissional, sentimental...

Com Jesus, podemos seguir para o alvo certos de que, quer ganhando ou perdendo, a vitória sempre estará ao nosso lado.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Músico, vagabundo?












Galera, ótimo estar aqui com vcs, dividir experiências, partilhar daquilo que tem me edificado e contribuido para o meu crescimento...espero que para o crescimento de vcs também.



Nas ultimas semanas tenho preparado algumas músicas de trabalho da minha Banda Primeiras Obras, desde então nos enveredamos em um processo árduo de pré-produção, ensaios e gravações.



Graças a Deus até agora tudo está indo bem, houve contratempos, mas nada que atrapalhe aquilo que Deus tem nos reservado....o que eu queria salientar aqui é q quando tudo isso é feito de maneira correta e séria, é necessário haver compromisso e muito, muito, mas muito esforço.


Essas últimas semanas tem sido uma "maratona" para todos nós da banda e principalmente para mim que tenho acompanhado todo o processo bem de perto. Temos ido até 2, 3 horas da manhã em gravações, timbrando, captando instrumentos e arranjando músicas que serão importantes para divulgação da Banda e renovo de repertório para nossos fiéis simpatizantes.


Me lembro que antigamente e infelizmente para alguns até hoje, músico é profissão de vagabundo, cara que não tem nada pra fazer ou preguiçoso demais para arrumar um "trabalho de verdade".


Só vivendo nos "entremeios" desta profissão pra saber que para ser um músico de verdade, sério e comprometido com a sua arte, é necessário muito suor, dedicação, esforço e até lágrimas para cumprir com este trabalho que infelizmente é mal compreendido por muitos ainda hoje.


Enfim, ainda existem aqueles que valorizam este ramo que emprega e sustenta milhares de famílias e pessoas, contribuindo ainda para o crescimento cultural e recreação da alma. Isso é importante.


Finalizando, aguardem pois haverá material novo da Banda Primeiras Obras!!! Aguardem!!! Disponibilizaremos mais informações pra vcs em breve!! Está ficando lindo!!!





Shalom!!


Diogo Barbosa e Silva

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Alfinetando: Woodstock Cristão




Não gosto de ser polêmico (mas já polemizando..rs), achei a matéria interessante e fiz minhas reflexões, porém não vou comentar.... Tirem suas próprias conclusões e se quiserem comentar abaixo do post, fiquem a vontade:


Relato de Anna Virginia Balloussier, no Folhateen:

SEXTA 12H
Viajo 200 km para o que promete ser uma versão carola de Woodstock: 48 horas acampada ao lado de 100 mil jovens católicos, com direito a fila para banho, frio na barraca e padres tratados como rockstar.

O evento, que se chama PHN (Por Hoje Não), de “por hoje não vou pecar”, é da Canção Nova, movimento que tenta modernizar a igreja.

Na porta, jovens ziguezagueiam no skate em direção a três meninas com short jeans curtinho. Nenhuma se faz de rogada. É como desembarcar numa micareta para Jesus.

SEXTA 13H
O missionário Ricardo Sá, 49, de blusa apertada e cabelo brancão, um Lulu Santos da cristandade, prega para dezenas. Defende que sexo fora do casamento é pecado. Às damas, pede paciência: “O amor não está no bar da esquina”.

É ele o idealizador do grupo virtual Namoro Cristão, um Par Perfeito para católicos. Você preenche um perfil e troca ideia com outros usuários.
Ricardo diz que dá “uma forcinha para os solteiros que querem namorar alguém com os mesmos valores”.



Karolyne, 16, acena com entusiasmo à pregação. O namorado dela não é cristão. “Vim buscar fundamentos para ter um namoro santo.”

Ela e a amiga Paola, 17, vieram de São Gonçalo (RJ) para o PHN. Nesse mega-acampamento em Cachoeira Paulista (SP), o objetivo é dizer não a drogas, álcool, sexo…

“…mas aqui dá de tudo!”, diz Paola. “Os meninos comentavam: ‘Pô, você acha que no meio do mato não vai rolar nada?’. Muita menina dá mole.”

Elas também reclamam da presença de “coisas estranhas”. Paola está injuriada. “Tem muito gay, e a igreja é contra o homossexualismo… E o povo com aquela roupinha colada, cabelinho na cara… Tá fazendo o que aqui?”
SEXTA 16H
Encontro Gabriel, 18, perto de uma cruz gigante e iluminada. Com franjão e bermuda justa, ele se diz gay e não está nem aí para os cochichos do povo. “Alguns falam: ‘Nossa, que pecado ser assim’. Mas pecado seria se estivesse fazendo algo errado dentro do camping.”

SEXTA 17H
Procuro um canto para a barraca. Cada um no seu quadrado: o camping é dividido entre meninos, meninas e famílias.

Minhas vizinhas se divertem com o funk “Sou Foda” no celular. Rezo por uma boa noite de sono, mas algo me diz que as preces não serão atendidas.

SEXTA 18H30
Num galpão, acontece um campeonato de b-boys dançarinos de break que giram com a cabeça no chão e pernas pro ar. Saúdam Jesus como “o b-boy de todos os b-boys”, pois só Ele “faz movimentos radicais na alma”.

SEXTA 21H
Mais de um grupo me fala do famoso tubão: truque de misturar vodca barata no refrigerante para dar olé nos seguranças o álcool é vetado no PHN.

Encontro uma ou outra garrafa PET suspeita no camping. Por perto, copinhos com um líquido nada bento. Os donos desconversam. Quem quer beber, eles contam, vai para uma praça próxima à Canção Nova.

É lá que conheço quatro amigos, de 15 a 17 anos. Na mesa, guaraná Dolly “não batizado”, juram. Só um namora. O resto está atrás “de pegação”.

“E você, não quer sentar e tomar guaraná?”, me pergunta o mais saidinho. Rio, recuso e vou embora, não sem ouvir um “o guaraná não está batizado!”.

SEXTA 22H45
Esbarro com o mesmo grupinho na sede, mais cabisbaixo. Pergunto do placar com as meninas. Todos zerados.

SEXTA 23H
Para ser funkeiro cristão, tem que ter disposição, tem que ter habilidade. No auditório, em vez de “créu”, a galera balança o popozão: “Céééééu, céééééu”.

Um MC emenda: “Bate na palma da mão quem tem Jesus no coração!”.

SÁBADO 1H
Quando vejo jovens jogados no chão, imagino o pior. No mínimo, o tubão trouxe uma ressaca de 40 dias e 40 noites. Mas não. Só estão em “repouso”.

Funciona assim: um aprendiz de missionário encosta um terço na testa das pessoas. Diz que o Espírito Santo as tocará. De olhos fechados, elas são deitadas no chão. A maioria descreve ter visto “um clarão”.

O rapaz sugere que eu passe pela experiência. Fecho os olhos, sou instruída a me entregar a Deus, deitam meu corpo e… nada. Mentira: tem a câimbra chatinha na perna. “Você não se entregou”, ele diz.

SÁBADO 2H
Um dos hits do PHN rola de madrugada: um luau com centenas de jovens. Ontem, conta o missionário que lidera a farra, teve “a libertação”. No rito, todos devem jogar fora os seus pecados. Houve quem se desfizesse de camisinha, maconha e até pedras de óxi, diz.

Muitos vão dormir às 4h. Acordarão logo mais para pegar a primeira atividade do dia, dali a quatro horas. Não sem peso na consciência, premedito o pecado da preguiça.

SÁBADO 10H
Levanto no pulo com uma voz convocando para a missa das 11h. Encaro 20 minutos na fila para a ducha quente (em horários de pico, há espera de até três horas e meia). Algumas meninas se descabelam em busca de tomadas para chapinha e secador.

SÁBADO 14H
Quarenta minutos na fila do refeitório, mas o rango é show: R$ 7 pelo pratão de arroz, salada e carne com gosto de carne.

SÁBADO 14H30
No centro de evangelização, quase 70 mil pessoas cantam, dançam e deliram com o missionário Adriano Gonçalves, 28, autor de “Santos de Calça Jeans”.

Moderninho, o livro usa Homer Simpson e Chapolin Colorado para falar de religião.

“Tem quem ache que Deus vai descer do céu como Super-Homem!”, Adriano brinca. Ao fundo, a musiquinha do herói do cuecão vermelho.

SÁBADO 22H30
Os shows seguem, e vou comer. Meia hora de fila. O garoto na frente paga seu lanche de R$ 6 com moedas de dez centavos. Treino a paciência cristã.

DOMINGO 11H
Bem menos carrancudo do que seu xará do futebol, o missionário Dunga, 43, criou o PHN há 13 anos. Com sua positividade, me lembra um Bono Vox da igreja.

Quando jovem, estava mais para Keith Richards: “Dos 14 aos 19, cheirei cocaína, usei maconha”. Até ter “uma experiência com Deus”. Por isso, Dunga acha bom que uma certa juventude transviada vá ao PHN, mesmo que para zoar, e descubra a cristandade por tabela. “Queremos essas pessoas aqui!”



Filipe Santos, 23, é filho de Dunga. Nunca ficou de porre e diz que vai esperar o sexo depois do casamento está noivo.

Ele cresceu na Canção Nova, onde cerca de 400 pessoas moram como numa comunidade hippie sem sexo, drogas… …mas com rock ‘n’ roll. Filipe toca baixo em uma banda de rock cristão. Ao saber que Beatles ocupa seu altar musical, lembro que não era exatamente hóstia que John Lennon gostava de ingerir.

Ele pondera que ir contra o sistema, hoje, pode ser justamente abraçar o bom-mocismo. E que não há nada de errado em louvar o Senhor com barulheira. “Construímos essa imagem de que igreja é coisa de velho. Mas não é.”

DOMINGO 12H
O acampamento, que recebeu os primeiros participantes já na quarta-feira, começa a ser desmontado. Pego a estrada de volta a São Paulo. Não consigo deixar de pensar naquele hit da Banda Mais Bonita da Cidade. “Meu amor, essa é a última oração…”

PAQUERA
Começa de leve no dia e engata de vez ao escurecer: em pracinhas e arredores da Canção Nova, meninas de chapinha e maquiagem respondem a flertes dos rapazes, numa cena típica de balada

HIP-HOP DE JESUS
Competição de b-boys (dançarinos de break) cristãos não tem gesto obsceno e letra pesada. Palmas são pedidas para ‘o b-boy de todos os b-boys’, Cristo, ‘o único que faz movimentos radicais na sua alma”

CAMPING
Como numa versão light e bem mais casta de Woodstock, a galera se divide em homens, mulheres e famílias. Os mais jovens se espremem nas barracas, fazendo valer a máxima”onde cabe um, cabem dois”

RANGO
Filas para o bandejão podem durar até duas horas. Outro hit é o marmitex: geralmente com carne, batata frita e arroz

É SHOW
Padres e missionários recebem tratamento de rockstar no centro de evangelização, um galpão para 70 mil pessoas. É lá que acontecem as missas e megashows, com direito a rock cristão

LEGIÃO SANTA
O luau atrai centenas para uma roda gigantesca no meio da madrugada. Muita cantoria e ritos como “a libertação”, em que jovens são convidados a jogar fora seus pecados: de camisinha a maconha

“Quem aqui dança break? É Jesus quem quebra tudo: maldições, corações duros… Ele é o b-boy de todos os b-boys”
MC cristão para a trupe de break dance

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pequenos NOTÁVEIS...

É fato que hoje em dia o acesso à informação está ridiculamente mais fácil do que décadas atrás. Isto gerou uma geração de "novos fênomenos na música", onde se destacam meninos e meninas com 12 anos de idade e uma linguagem musical muito apurada para suas idades. Notamos vários instrumentistas mirins já com um grau de maturidade (pelo menos na execução) musical muito avançada, coisa que era muito difícil há alguns anos atrás.

Imaginem uma banda dessa:

Vocal e guitarra:



Segunda guitarra:



Contra-baixo:



Bateria:



Depois de ver esses vídeos...deu vontade de estudar?? rsrsrsrs

Shalom,

Diogo Barbosa e Silva