O teclado é um instrumento sublime, eclético, versátil dentro de um contexto musical, por suas mudanças de timbres, ele nos permite acrescentar diversas nuances dentro de uma mesma música, contribuindo para riqueza final de uma canção.
Eu adoro o teclado exatamente pelo fato de ele ser um "camaleão" de timbres, agregando harmonia de variadas formas....
Dentro de uma banda o tecladista tem q saber o seu papel assim como cada membro integrante do grupo. Isso vai depender da proposta da banda...as coisas variam dependendo do estilo: jazz, fusion, funk, sertanejo, R&B, blues e rock.
Mas tem coisas que normalmente podemos salientar e evidenciar em todos estilos; a dinâmica do instrumento mediante toda a banda. Como o teclado é um instrumento de muitas oitavas ele permite uma sonoridade desde o muito grave até o agudo. O ideal é evidenciar os médios, permeando pelos graves e agudos com mais moderação. Isso pq, em uma banda normalmente já tem o baixo, que é responsável pelos graves e a guitarra e o violão que é responsável pelos agudos. O teclado normalmente será mais notado tocando nos médios, preenchendo desta forma as lacunas restantes.
Para se tocar em uma banda, o tecladista com formação clássica de piano tem q esquecer um pouco do aspecto "solo" do instrumento e pensar mais no aspecto conjunto do grupo. Acordes mais seguros com bases mais firmes são bem vindos...As vezes até mesmo segurando em uma só nota, podemos perceber q dependendo da música e sua proposta, o teclado já cumpre o seu papel...
Os floreios mais evidenciados no piano clássico tem q ser bem encaixado com o restante da música para não chocar com a dinâmica dos demais instrumentos... Dependendo da música eles até atrapalham. Procure sempre destoar do que os outros estão fazendo, agregando harmonicamente para a música, porém sem embolar com os outros.
Aqui vão alguns exemplos de boa dinâmica e sons de teclados dentro de uma banda.
Nesta música do fruto Sagrado vemos um exemplo de órgão dentro do estilo rock...bases firmes e vigorosas, dobrando com os riffs e somando dentro de uma frequência médio aguda:
O próximo exemplo é o som de um belo órgão em uma das bandas mais famosas por ter esse tipo de sonoridade. Repare na dinâmica...ele começa com um Pad bem baixinho e no ponto alto da música o Hammond surge destruindo tudo!
Este é um exemplo mais elaborado...com vários efeitos e dinâmicas dentro de uma música. Aí variam os timbres...de um sintetizador, passando pelo piano, chegando no órgão...Demanda muita segurança e técnica:
Exemplo clássico de piano dentro de uma balada de rock, sutil e devastador:
Mais uma:
E pra terminar um som destruidor de Hammond!!!
Não importa o estilo musical, procure sempre imprimir o seu jeito de tocar da forma mais harmoniosa possível, contribuindo sempre para o grupo, sabendo que o menos é mais!!!
Diogo Barbosa e Silva
"Sede transformados pela renovação do vosso entendimento". Rm 12:2. "Metanóia" (do grego μετάνοια) significa: conversão, mudança de atitude e pensamento, caráter trabalhado e evoluído. Para acompanhar o compasso dos tempos dentro de um contexto musical é necessário estar ligado em tudo aquilo que acontece no mundo sonoro... Aqui você poderá se informar através de dicas práticas, testemunhos, curiosidades, informativos, novidades e estudos bíblicos à cerca da Música Cristã contemporânea.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Algumas orientações para o canto

Como fonoaudiólogo, uma de minhas primeiras paixões dentro desta ciência até mesmo antes da Audiologia, foi a Voz, especialidade fascinante e que até hoje gosto muito de estudar, mesmo sem atuar na área.
Como cantor e intérprete, aprendi a admirar e a respeitar esta área que estuda a fundo a anatomofisiologia dos órgãos da fala e da fonação. Este aparato complexo responsável pela fonação consiste nas funções de respiração (pulmões e musculaturas intercostais), fonte glótica (pregas vocais), ressonância (faringe, cavidades paranasais e orais) e órgãos fonoarticulatórios (lingua, bochechas, dentes, lábios).
Vou deixar aqui alguns toques e lembretes para quem deseja se enveredar ou se aperfeiçoar nesta área do canto. Posteriormente colocarei outros tópicos sobre o assunto dando mais dicas e curiosidades.
Lembretes gerais:
Cuide de sua saúde geral – Manter-se em boas condições de saúde geral auxilia a produção da voz, quer seja cantada ou falada. São raros os indivíduos doentes que mantém boa emissão vocal.
Mantenha uma dieta balanceada - Todas as funções especiais do corpo, e o canto é uma função especial, requerem grande porte energético; mantenha uma dieta balanceada e evite excesso de gorduras e alimentos muito condimentados, o que lentifica o processo digestivo e limita a excursão respiratória.
Aqueça e desaqueça a voz antes e depois das apresentações – Lembre-se que o ajuste para a voz cantada é diferente do ajuste para a voz falada; assim, a voz cantada deve ser usada unicamente nas situações de canto.
Lembretes para jovens cantores
Evite cantar nos extremos de sua tessitura, tanto em notas muito agudas como em muito graves, para não forçar precocemente sua emissão. Trabalhe sobre um repertório adequado às suas possibilidades e ao seu preparo. Algumas vozes levam anos para serem corretamente classificadas. Se sua voz não tem uma qualidade especificamente definida, pode ser que a classificação vá demorar algum tempo, o importante é não exigir mais do que suas condições vocais podem corresponder, sob risco de se desenvolver lesões nas pregas vocais.
Lembretes para as cantoras
Quando possível, evite cantar ou vocalizar com muito esforço no período pré-menstrual, geralmente de 1 a 3 dias antes da menstruação, e durante a menstruação. Não são todas as mulheres que apresentam alterações vocais e laríngeas nesse período, mas a tendência é de haver edema (inchaço) generalizado no corpo e também localizado na laringe. Além disso, há uma maior fragilidade nos capilares sanguíneos, o que favorece lesões hemorrágicas. Isto significa que durante este período é mais comum se desenvolverem pequenas alterações sobre as pregas vocais, ou ainda, tornarem-se mais acentuadas as já existentes. Os nódulos vocais, popularmente chamados de “calos”, podem, até mesmo dobrar o seu tamanho. A voz tende a ser mais soprosa, com ar na emissão, e as notas agudas são alcançadas com maior esforço.
Evite também cantar a partir do sétimo mês de gestação, pois além do edema associado a esta condição, a respiração pode se tornar muito superficial e limitada devido à expansão abdominal, que dificulta a movimentação do diafragma.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Alice Cooper: "Leio a bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes."

Texto de Pedro Antunes publicado originalmente no Jornal da Tarde
Ele se considera o Darth Vadder do rock’n’roll. Ou o Hannibal Lecter. O vilão, na realidade, não importa. Toda vez que sobe num palco, Alice Cooper precisa se transformar no personagem que criou para si mesmo em 1964. Hoje, aos 63 anos, esse senhor leva uma vida de ator. Durante o dia, reza duas vezes, joga golfe com os amigos músicos – e é o melhor deles, garante –, e, eventualmente, dá aulas de cristianismo. À noite, passa pó branco no rosto, pinta olheiras enormes, canta rock’n’roll em canções que falam até de necrofilia e brinca com cobras. Ele não vê problema nessa interessante dicotomia: “Não tem nada na Bíblia que proíba alguém de ser um rock star”, diz o músico. Por telefone, do Canadá, o simpático Alice Cooper falou ao JT sobre drogas, sua paixão por golfe e, claro, música.
Seu primeiro show no Brasil foi em 1973, logo depois de você ter lançado o ‘School’s Out’. São 37 anos de diferença. Muita coisa mudou, na música, nos fãs. O que você espera dessas apresentações que fará no Brasil?
Não tem muito o que esperar. O que sempre pensamos quando imaginamos um show no Brasil é que o público brasileiro cante e grite muito alto. Já fui para o seu país umas quatro ou cinco vezes. Sempre gostei muito de como os fãs de rock me receberam aí.
E o que os fãs podem esperar dos seus shows por aqui?
Cara, vocês vão ver todos os grandes hits do Alice Cooper. Meu show é sempre altamente teatral. Temos muitas surpresas. É um espetáculo bastante visual. Algo que você não está acostumado a ver numa apresentação. Então, não importa quantas vezes você já foi a um show meu, tudo acaba sendo novo e excitante.
Todos os clássicos? Sabe, isso não é muito comum. As bandas preferem tocar músicas dos últimos discos. E deixam os hits para o fim dos shows…
Não, não podemos fazer isso nunca! São 26 álbuns! Não podemos dar prioridade só para o novo trabalho. Vamos tocar tudo. Under My Wheels (do disco Killer, de 1971), No More Mr. Nice Guy (Billion Dollar Babies, 1973), são algumas das músicas do show.
Mas como criar algo diferente nesta parte teatral? Coisas como as cobras, fogo, etc…
Na realidade, estamos sempre tentando criar alguma coisa nova para o show. Uma surpresa diferente. Fazemos isso todas as vezes. Imagina se ficarmos repetindo todas as noites? Vai ficar chato. Não queremos cair nessa rotina.
Você é considerado o pai desse estilo de show de rock teatral. De onde veio essa ideia toda?
Eu sempre achei que o público deveria ter o seu dinheiro investido no ingresso bem empregado. Não apenas ir ao show e ver a banda ali, parada. Assim, eles vão usar uma camiseta com o nome da banda. Desde sempre nos propomos a fazer um show completo. Com toda a atmosfera teatral, com luzes, animais e, claro, música.
Você espera que as pessoas tenham medo no seu show?
Não é medo. É um pouco de comédia também. Antigamente, era diferente, era mais assustador, mas também era engraçado. Sempre fiz questão de ter comédia, além do terror. Algumas bandas esqueceram de colocar a comédia no palco. É um erro. Hoje em dia, o noticiário da CNN é mais chocante. O que fazemos é entreter o público, tirar essa seriedade toda.
Não é de hoje que bandas imitam a sua performance no palco, como Kiss, nos anos 70, e Rod Zombie e Marilyn Mason, mais recentemente. O que pensa disso?
De verdade, eu costumo falar que eles são meus filhos desobedientes. Os caras do Rob Zombie são uns dos meus melhores amigos no meio musical. Gosto muito do que eles fazem, assim como o Marilyn Mason, o Mötley Crüe, a Lady Gaga, são grandes amigos…
Lady Gaga?!?!
Sim! Ela foi a um show meu, apareceu no backstage e veio me agradecer. Disse que foi muito inspirada por Alice Cooper. Achei incrível. Ela faz a versão dela dessa performance teatral no palco.
E por que você os classifica como ‘filhos desobedientes’?
Eu fui numa direção e Mötley Crüe seguiu uma outra linha. Eu fui aquele que nunca entrei em problemas com a polícia, etc…
Você diz problemas com coisas como drogas e álcool?
Sim, claro. É como eu estar com uma banda, como esta que me acompanha hoje… eu não vou contratar alguém que usa drogas. Porque quando formos entrar em turnê, ele vai ser um problema. Não estou falando de beber uma cerveja. Isso não é problema para ninguém. Mas se você está numa banda grande, estar bêbado sempre não funciona no show. Não dá.
Mas isso antigamente era normal no meio musical, não?
Mas eram os anos 70. Naquela época, todo mundo estava ligadão. Agora não estamos mais.
Você teve problemas com álcool. O que te fez parar de beber?
Eu simplesmente acordei numa manhã e vomitei sangue. Aquilo me fez perceber que meu corpo estava morrendo. Fui ao médico e ele disse: ‘Se você não parar de beber, irá morrer em duas semanas’. E era uma época em que testemunhei amigos meus morrendo, como Jim Morison e Jimmy Hendrix. Daí, eu decidi parar. Isso foi em 1981. Não bebo há 30 anos.
Como você é fora dos palcos?
Sou um cristão normal. Quando eu for para São Paulo, você vai ver. Vou fazer compras, jogar uma partida de golfe. O que acontece é que, quando eu viro Alice Cooper, preciso me tornar um vilão. Sou como o Darth Vadder, do Guerra nas Estrelas, ou como o Hannibal Lecter, de O Silêncio dos Inocentes. Eles são vilões. Eu adoro fazer essa transformação.
Com que frequência você joga?
Jogo golfe seis dias por semana. Jogo com o Tiger Woods e com outros os golfistas.
Por que escolheu esse esporte?
Quando estamos em turnê, não conseguimos sair para jogar basquete. É mais fácil achar um campo de golfe. Vou lá, joga por algumas horas e depois vou para o show. Muitos músicos jogam: Lou Reed, Huey Lewis (da banda Chicago), Neil Young, Meat Loaf. Até agora, eu sou o melhor (risos).
Dá para ser um rock star e ter alguma religião?
Dá, sim. Sou protestante. Não existe nada na Bíblia que diga que você não pode ser um cantor de rock’n’roll. Entendo que Deus me deu um talento e espera que eu o use. O meu show não tem nada de anticristo. Muito pelo contrário, acho até bem cristão.
As pessoas estão mais acostumadas com roqueiros com atitudes como a do Marilyn Mason, que costuma dizer por aí é que o próprio anticristo, né?
Acho que cada um escolhe a própria religião. Não sei qual é a religião do Mason, não consigo dizer o que ele é, o que ele pensa.
Como é na igreja? As pessoas te olham de forma diferente?
Algumas não gostam. Mas a maioria me olha como mais um cristão. Existem advogados cristãos, médicos cristãos. Sou um cantor de rock cristão. Sempre oro antes dos shows. Oro todos os dias. Leio a Bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes. Meu pai era pastor, meu avô também. Isso é algo de família
Destravando o improviso

Fala moçada!! Se liguem neste depoimento de um grande guitarrista instrumental, Mateus Starling, graduado em Berklee, falando sobre uma coisa tão rotineira não só para os guitarristas, mas também para todos instrumentistas: o improviso.
Por Mateus Starling,
O que me motivou a escrever esse texto hoje foi um comentário que ouvi de um aluno que estuda comigo por meio de vídeo aulas. Uma pessoa que eu nunca conheci pessoalmente, mas que apresentou o mesmo problema que a maioria dos músicos também apresenta. O melhor disso tudo é que ele também encontrou a solução para o problema dele e é sobre isso que quero escrever.
Quem aqui nunca travou na hora de fazer um solo? E qual o motivo das amarras?
No período em que estudei na Berklee eu estava constantemente me apresentando ao vivo e foi um período em que eu me sentia um pouco travado nos improvisos. Percebi que 2 coisas me afetavam muito nesse quesito. Primeiramente o nervosismo de estar tocando para colegas e professores.
A verdade é que a falta de confiança e uma cobrança pessoal muito grande me faziam subir no palco com uma expectativa de mostrar resultado. Queria mostrar num improviso praticamente tudo o que estava desenvolvendo em meu estudo.
O que em segundo plano me fazia travar era o fato de entrar no improviso já com muitas idéias premeditadas.
Agora eu volto para o comentário desse aluno que me disse que havia preparado um solo para uma apresentação ao vivo, mas que no momento, apesar de ter executado o solo perfeitamente, o mesmo ficou vazio e sem vida junto com a banda.
Eu já escrevi sobre improviso VS preparar solos e não quero entrar nesse mérito, mas ao vivo sempre acontecerão coisas que necessitarão de ajustes, ou seja, é muito mais pratico adquirir a habilidade de reagir ao momento (improvisar) do que a de prever o futuro.
Fazendo um resumo da ópera chegamos a 2 conclusões.
O músico precisa ter confiança, de certa forma você precisa subir no palco com a convicção de que você faz aquilo muito bem. Isso é algo que vem com estudo e com a prática de tocar, por isso bato muito na tecla de que não existe músico de quarto, aquele cara que não sai para tocar, para ouvir apresentações. Tudo isso vai gerar no músico confiança, seja tocando ou observando como outros músicos tocam. Você não vai se tornar confiante professando mantras tipo: “Eu sou bom, eu posso.” A música é maior que isso e você precisa se tornar amigo da música e não concorrente. 50% é o estudo solitário, 50% é tocando com outras pessoas.
E por fim é muito importante entrar num improviso aberto para as possibilidades. Posso dizer sem hipocrisia que em 100% das vezes em que toco ao vivo eu só começo um improviso com uma idéia que me vem no momento, essa é a única maneira onde consigo improvisar sem travar. Não posso pensar em frases, licks, conceitos, tudo isso me bloqueia. Particularmente tento focar minha maneira de improvisar em motivos melódicos e rítmicos, na minha opinião o solo é uma sequencia de idéias desenvolvidas e em consonância com o resto de conjunto.
O Hal Crook uma vez me disse algo muito interessante a respeito de improvisar: “Se você não engaja a banda a tocar contigo uma hora eles te desligam e começam a tocar entre eles”.
Voltando ao aluno, ele me disse que a solução que encontrou foi o conceito de “desenvolvimento de motivos” ou seja, uma idéia tocada deve ser a continuação de uma idéia anteriormente executada, ou seja, se toca reagindo ao que você acabou de tocar ou então reagindo a algo que a banda esta tocando. Isso não quer dizer que o seu solo não deva possuir outros elementos, mas certamente os motivos vão dar uma estrutura para o seu solo.
Recomendo 2 pianistas que tocam repletos de motivos: Aaron Goldberg e Bill Evans. É interessante salientar que o improviso na música brasileira é repleto de motivos, principalmente os instrumentistas dos anos 60 e 70.
Grande abraço e Deus abençoe a todos.
Mateus Starling
www.mateusstarling.com.br
twitter: mateusstarling
terça-feira, 24 de maio de 2011
Homens de Deus
Bem caros amigos, havia digitado um texto imenso para postar aqui, só que como as peripécias da nova tecnologia, meu pc travou apagando tudo o que eu tinha escrito...
Como não estou com paciência e nem me lembro de tudo que havia escrito anteriormente vou deixar as coisas de um modo bem reduzido e simplificado.
É importante seguir homens de Deus que o inspirem a exercer e anunciar as boas obras que o evangelho genuíno de Cristo nos traz.
Em meio a tantos "moveres eclesiásticos", a mensagem do evangelho se tornou obscurecida, com tantas "ondas" e "modismos" no meio do arraial evangélico.
Este é a verdadeira mensagem do evangelho:
“São as novas que Jesus Cristo, o justo, morreu pelos nossos pecados, ressuscitou, triunfante sobre todos os seus inimigos de forma que não há condenação para aqueles que crêem, mas somente alegria eterna.”
Esta definição de John Piper, é a mais clara, direta e verdadeira mensagem do evangelho para mim.
Ela parece simples no que tange ao seu conteúdo, porém é muito complexa no que tange a sua prática. A mensagem de Cristo nos confronta e nos tira da posição de inércia, nos levando a uma profunda reflexão e mudança de prática.
O vídeo que se segue, é a última devocional de David Wilkerson, antes de ser levado pelo Senhor. Nesta mensagem ele fala de algo simples, mas muito chocante, direto e eficaz assim como o evangelho de Jesus Cristo deve ser.
Como não estou com paciência e nem me lembro de tudo que havia escrito anteriormente vou deixar as coisas de um modo bem reduzido e simplificado.
É importante seguir homens de Deus que o inspirem a exercer e anunciar as boas obras que o evangelho genuíno de Cristo nos traz.
Em meio a tantos "moveres eclesiásticos", a mensagem do evangelho se tornou obscurecida, com tantas "ondas" e "modismos" no meio do arraial evangélico.
Este é a verdadeira mensagem do evangelho:
“São as novas que Jesus Cristo, o justo, morreu pelos nossos pecados, ressuscitou, triunfante sobre todos os seus inimigos de forma que não há condenação para aqueles que crêem, mas somente alegria eterna.”
Esta definição de John Piper, é a mais clara, direta e verdadeira mensagem do evangelho para mim.
Ela parece simples no que tange ao seu conteúdo, porém é muito complexa no que tange a sua prática. A mensagem de Cristo nos confronta e nos tira da posição de inércia, nos levando a uma profunda reflexão e mudança de prática.
O vídeo que se segue, é a última devocional de David Wilkerson, antes de ser levado pelo Senhor. Nesta mensagem ele fala de algo simples, mas muito chocante, direto e eficaz assim como o evangelho de Jesus Cristo deve ser.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
Falando verdades: Evangelho da Prosperidade
Caros leitores, não quero ser dono da verdade, de fato, não o sou de forma alguma, porém aqui neste blog, procuro expôr opiniões que considero ser verdades não só em minha vida, mas também na vida de homens de Deus que tenho conhecido por aí...
Pilatos pergunta a Cristo o que é a verdade? porém Cristo já havia dito anteriormente: Todo aquele q é da verdade ouve a minha voz (Jo. 18: 37).
Como discípulos e servos é necessário ministrar, cantar, tocar, sobretudo falar, da verdade. E ela está contida na palavra de Deus, ou melhor, a palavra é a verdade de Deus.
Digo isto pq vejo por aí tantos ministérios, pessoas, interessadas em anunciar um evangelho tão barato, cômodo e relaxado, que chego a me envergonhar de ser evangélico...muitos tem falado de prosperidade, riquezas materiais...coisas que não deveriam ser o foco de um homem espiritual...Ouvimos tantas canções dizendo: "enche meus celeiros", "Me dá aquilo", "Derrama sobre minha vida a prosperidade" e de fato aniquilamos a verdadeira mensagem do evangelho...
Jesus disse: "O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36).
Como mentes cativas a Deus, temos um chamado para a abnegação, renúncia e sacrifício para aquilo que é carnal, ou seja, para as coisas que são do mundo. Ora, para ser rico eu não preciso nascer de novo e para adquirir bens materiais não é preciso que eu me converta! Não há absolutamente nenhuma renúncia ou decisão espiritual no Evangelho da Prosperidade.
A prosperidade da bíblia de nenhuma forma aponta acúmulos materiais, mas ela fala de fato que a verdadeira prosperidade consite em uma vida de paz de espírito, mesmo em meio as circunstâncias adversas. Paulo diz que nada nos separará do amor de Deus, nem tribulações, nem fome, nem dor, nem potestades ou principados...
Neste vídeo, John Piper, fala sobre o chamado: "Evangelho da Prosperidade" que tem sido anunciado em inúmeras igrejas...
Diogo Barbosa e Silva.
Pilatos pergunta a Cristo o que é a verdade? porém Cristo já havia dito anteriormente: Todo aquele q é da verdade ouve a minha voz (Jo. 18: 37).
Como discípulos e servos é necessário ministrar, cantar, tocar, sobretudo falar, da verdade. E ela está contida na palavra de Deus, ou melhor, a palavra é a verdade de Deus.
Digo isto pq vejo por aí tantos ministérios, pessoas, interessadas em anunciar um evangelho tão barato, cômodo e relaxado, que chego a me envergonhar de ser evangélico...muitos tem falado de prosperidade, riquezas materiais...coisas que não deveriam ser o foco de um homem espiritual...Ouvimos tantas canções dizendo: "enche meus celeiros", "Me dá aquilo", "Derrama sobre minha vida a prosperidade" e de fato aniquilamos a verdadeira mensagem do evangelho...
Jesus disse: "O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui." (Jo 18:36).
Como mentes cativas a Deus, temos um chamado para a abnegação, renúncia e sacrifício para aquilo que é carnal, ou seja, para as coisas que são do mundo. Ora, para ser rico eu não preciso nascer de novo e para adquirir bens materiais não é preciso que eu me converta! Não há absolutamente nenhuma renúncia ou decisão espiritual no Evangelho da Prosperidade.
A prosperidade da bíblia de nenhuma forma aponta acúmulos materiais, mas ela fala de fato que a verdadeira prosperidade consite em uma vida de paz de espírito, mesmo em meio as circunstâncias adversas. Paulo diz que nada nos separará do amor de Deus, nem tribulações, nem fome, nem dor, nem potestades ou principados...
Neste vídeo, John Piper, fala sobre o chamado: "Evangelho da Prosperidade" que tem sido anunciado em inúmeras igrejas...
Diogo Barbosa e Silva.
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Carlinhos Félix e a simplicidade de "arrebanhar"


No dia em que faço mais um ano de vida, queria relatar uma experiência que com certeza me lembrarei e ficará como um bálsamo suave nas minhas memórias.
Se trata do encontro q tive com Carlinhos Félix, cantor, ministro e grande músico.
Isso foi possível graças ao Congresso Tocando Vidas, Resgatando Almas; que aconteceu no último dia 21 de abril, na Igreja Batista Central em Goiânia, do qual o Carlinhos foi um dos ministrantes do evento.
Pela manhã ele ministrou um workshop exclusivamente para os músicos e ministros de louvor, falando sobre inspiração, musicalidade e compromisso com a obra de Deus. Se via de cara a autoridade com que ele falava, já que ele está nessa área há mais de 30 anos. Carlinhos começou com a Banda Rebanhão, grande referência e uma das pioneiras no cenário cristão nacional. O Rebanhão começou na Igreja Cristo Salva, do tio Cássio em 79, SP, logo se mudando para o Rio de Janeiro no início dos anos 80. Carlinhos gravou vários discos junto com Janires, líder do grupo e continuou até a década de 90, onde saiu e trilhou caminhos próprios. Carlinhos atualmente reside em Vitória e lidera uma escola onde ministra para músicos e adoradores de acordo com a sua experiência ao longo destes 30 anos de ministério.
Bem, neste evento, tive a honra e o grande prazer de tocar junto com este, que com certeza é para mim, uma das maiores referências no meio cristão, tanto pela musicalidade, como pelo exemplo de vida e caráter. Tocamos várias músicas consagradas e infinitamente tocadas nas igrejas como: Basta Querer, Palácios, Diga lá, o Espírito do Senhor (Carvalhos de justiça), entre outras. E outras de outros autores como: Sonda-me, Poderoso Deus, etc.
Quem dera que a maioria dos músicos e ministros tivesse essa simplicidade no agir e até mesmo no falar. Pude perceber que a mão de Deus acompanha aqueles que não somente são fiéis à Ele, mas que também sabem compartilhar seus acertos e seus erros com humildade. Com Carlinhos pude perceber que apesar dos pesares, com a mídia sufocando o talento da verdadeira música cristã, ainda há coisas boas, sinceras, genuínas e de bom gosto por aí...Mesmo sem gravadora, ou selo importante, Carlinhos continua trabalhando e muito, diga-se de passagem, produzindo e gravando materiais impressionantes, viajando e ministrando por esse país a fora, seguindo com aquilo que Deus lhe entregou com tanto zelo e cuidado.
Que experiência maravilhosa...fiquei grato a Deus pela oportunidade e aprendizado que tive com este homem....a forma de liderar, cantando e tocando com alegria e satisfação...a maneira simples de cativar e ministrar aos corações de todos que ali estavam vai ficar com certeza no meu coração.
Shalom Adonai
Diogo Barbosa.
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